sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

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Mercosul discute novas adesões e comércio com a Europa


Os líderes do Mercosul estão reunidos nesta sexta-feira (7) em Brasília para discutirem novas adesões ao bloco.
Na pauta, está previsto o debate sobre a entrada da Bolívia e do Equador como membros permanentes do Mercosul e já expectativa de que o Suriname peça para ser integrado como observador.
O presidente do Uruguai, José Mujica, será o novo presidente do bloco. Segundo ele, além das novas adesões, a relação do Mercosul com a Europa, em especial em relação às barreiras comerciais é um tema a ser tratado pelos chefes de Estado.
"Talvez seja oportuno tentar negociar coisas que no passado tentamos e não se alcançava. Dada a situação da Europa, talvez hoje seja possível que encontremos um clima mais razoável; me refiro ao protecionismo agrícola que sempre foi um obstáculo", disse o presidente do Uruguai que, antes do encontro, se reuniu por quase uma hora com a presidente Dilma Rousseff.
Além de Mujica, Dilma já recebeu na manhã desta sexta-feira no Itamaraty a presidente da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, e o ministro do Petróleo da Venezuela, Rafael Ramírez, que representou o presidente Hugo Chávez.
Chávez cancelou sua visita no que seria a primeira cúpula após a incorporação dos venezuelanos devido a mais uma sessão de tratamento contra o câncer. Ele voltou durante a madrugada a Caracas, após passar nove dias em Cuba.
Embora já formalmente inserida no bloco, a Venezuela ainda está em processo de integração às normas e estatutos do Mercosul, sobretudo na área tarifária e comercial.
Ainda são esperados os presidentes Evo Morales, da Bolívia, e Rafael Correa, da Equador, estados associados ao bloco, além dos mandatários da Guiana e Suriname. O encontro, previsto para começar às 9h, atrasou em mais de uma hora.


http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1197562-mercosul-discute-novas-adesoes-e-comercio-com-a-europa.shtml

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

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Bovespa fecha em leve alta após dia de instabilidade


O principal índice acionário da Bovespa encerrou com leve valorização nesta quarta-feira (5), num pregão instável, seguindo a melhora dos mercados norte-americanos e impulsionado pelo avanço das blue chips Vale e OGX.
O recuo de ações do setor elétrico e da siderúrgica Usiminas, no entanto, segurou a valorização do índice
O Ibovespa subiu 0,2%, para 57.678 pontos. Na semana, a bolsa tem valorização de 0,35% e no ano, de 1,36%.
Pela manhã, o índice chegou a subir quase 1%, depois que comentários do novo líder chinês na véspera reacenderam as esperanças de novos estímulos no país. No entanto, mais tarde, a bolsa virou com o peso das preocupações com o abismo fiscal dos EUA e as ações do setor elétrico.
Ações
Os destaques das ações foram a Vale, que subiu por conta do clima de otimismo maior nos mercados com relação às perspectivas para a economia chinesa.
A OGX, petrolífera do grupo de Eike Batista, também teve alta importante, de 3,03%, segundo dados preliminares, mais que compensando as perdas da véspera. Ainda no setor de petróleo e gás, a preferencial da Petrobras também fechou em alta.
Do lado negativo, a ação preferencial da Usiminas e ordinária da estatal de energia Eletrobras tiveram forte queda, de mais de 5%, segundo dados preliminares.
Investidores vendiam ações da siderúrgica e realizavam ganhos recentes com o papel após comentários do presidente-executivo da companhia sobre perspectivas para 2013. Segundo Julián Eguren, a companhia não espera melhora significativa nas margens de lucro no início do próximo ano.

FONTE: http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2012/12/bovespa-fecha-em-leve-alta-apos-dia-de-instabilidade.html

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Principal desafio é melhorar contas externas, diz Mantega a empresários


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta quarta-feira (2), na abertura da primeira reunião do Grupo de Avanço da Competitividade (GAC) do governo Dilma Rousseff, que o principal desafio do governo neste momento é melhorar as contas externas do país.
No ano passado, o rombo das contas externas somou US$ 47,5 bilhões e bateu recorde. Entre os fatores que contribuíram para a piora das contas externas estão a deterioração do saldo comercial, que foi o pior em oito anos, e o volume recorde de gastos de turistas brasileiros no exterior. Mais cedo, o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, disse que o governo pode sobretaxar as importações de alguns produtos.
Exportações
"Temos de fazer com que as exportações cresçam mais do que as importações. Não podemos permitir que haja um aumento do déficit em conta corrente. O saldo [comercial positivo] de US$ 20 bilhões [em 2010] se deve à valorização [do preço] das 'commodities' [produtos básicos com cotação internacional, como aço, grãos e petróleo]. Ainda deveremos ter valorização de commodities em 2011, mas temos de forçar a exportação de manufaturados e enfrentar a guerra comercial", disse ele.
O ministro lembrou que o dólar baixo prejudica o saldo da balança comercial. Essa também é uma das principais reclamações dos empresários presentes. "Tem toda a questão cambial. E, nesse campo, temos tomado várias medidas. Temos que rever as medidas que tomamos. As que andaram e as que não andaram", disse, referindo-se, também, ao pacote para estimular as exportações. Ele afirmou que o Eximbank do BNDES, para financiar o comércio exterior, está para ser criado, assim como a agências de garantias.
Produção industrial
Outro "grande desafio", de acordo com o ministro da Fazenda, é estimular a produção industrial brasileira. "É aquela história de risco de desindustrialização. O setor manufatureiro sofre mundialmente. Foi afetado pela crise, mas em 2010, produção industrial cresceu 10,4%. Não é um mal resultado, mas compensou a queda de 2009", disse ele.
Acrescentou que o governo, e empresários, têm de se empenhar para que haja um fortalecimento do setor manufatureiro do país. "Temos vários desafios para aumentar a produtividade", disse ele, citando, também, a necessidade de qualificar a mão de obra.
"Um dos gargalos que podemos ter para a continuação do crescimento é a escassez de mão de obra com qualificação adequada. Temos de implantar no país um grande programa de qualificação da mao de obra", declarou ele.

O ministro da Fazenda também citou a agenda de desonerações tributárias, ou seja, de redução de tributos. Segundo ele, o tema está sendo discutido na reunião do GAC desta quarta-feira.
Gastos públicos
Mantega reafirmou que o governo, depois de aumentar os gastos públicos para conter os efeitos da crise financeira interancional na economia brasileiras nos últimos anos, vai promover um corte de despesas em 2011. O valor do corte ainda não foi anunciado, mas a expectativa é de que isso ocorra na primeira quinzena de fevereiro e que fique entre R$ 35 bilhões e R$ 60 bilhões.
"Entramos agora em uma nova fase de redução de gasto de custeio. Essa é a agenda que está colocada para nós. Uma forte redução de gastos de custeio e impedir que novos gastos sejam gerados no Congresso e nas áreas do governo. Ao reduzirmos os gastos do governo, abre-se espaço ou para desonerações, ou para redução da taxa de juros. Porque estaremos diminuindo a demanda do governo", disse o ministro.
Na visão de Mantega, a redução dos gastos públicos têm de resultar, depois, em queda da taxa básica de juros, atualmente em 11,25% ao ano. Em termos reais, os juros brasileiros, de 5,5% ao ano, são os mais altos do planeta, o que contribui para a atração de capitais e para a queda do dólar.
"É uma lógica que é aceita por todos [que cortes de gastos resultem em redução dos juros]", disse ele. Também participa da reunião do GAC Alexandre Tombini, o presidente do Banco Central - a quem dabe a missão de nivelar a taxa básica de juros para que as metas de inflação sejam atingidas.

FONTE: http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/02/principal-desafio-e-melhorar-contas-externas-diz-mantega-empresarios.html
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Governo prorroga PSI e anuncia R$ 100 bi em financiamentos para 2013


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta quarta-feira (5) a prorrogação do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), implementado por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), até o fim de 2013.
Segundo ele, o banco público terá R$ 85 bilhões para emprestar no próximo ano por meio deste programa, e outros R$ 15 bilhões serão repassados a bancos privados e públicos. "Vamos liberar compulsório [recursos retidos no BC] não remunerados", explicou Mantega.
Além disso, o ministro também anunciou que a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), que serve de referência para os empréstimos do BNDES, recuará de 5,5% para 5% ao ano no primeiro trimestre do ano que vem. "Isso reduz o custo de capital para quem já tomou empréstimo e também os futuros financiamentos", declarou o presidente do banco público, Luciano Coutinho.
Meta de 8% para alta dos investimentos em 2013
O ministro da Fazenda disse que o objetivo do governo é que os investimentos avancem 8% no próximo ano, como forma de que o Produto Interno Bruto (PIB) registre uma alta da ordem de 4%. 
De acordo com dados do IBGE, a formação bruta de capital fixo (taxa de investimento na produção) teve seu quinto trimestre consecutivo de queda, com baixa de 2% – a maior queda desde janeiro a março de 2009, quando ficara em -11,7%, por conta da crise financeira internacional. No ano, o investimento acumula queda de 3,9%.
"A liberação [dos financiamentos] será mais rápida. Haverá menos burocracia e estamos incluindo também a possibilidade de financiamento de 'leasing'", declarou o ministro Mantega a jornalistas. Segundo ele, o PSI financia investimentos com taxas de juros reduzidas e prazos elevados. "Queremos continuar estimulando os investimentos no Brasil", acrescentou ele.  
Taxas de juros e prazos
Segundo Mantega, a taxa de juros cobradas nas principais linhas de crédito do BNDES (bens de capital, rural, peças e componentes, ônibus e caminhões e Prócaminhoneiro) será de 3% no primeiro semestre de 2013.
No segundo semestre do próximo ano, a taxa subirá para 3,5% no caso de bens de capital, rural, peças e componentes e para 4% ao ano para ônibus e caminhões, além do Prócaminhoneiro. Para energia elétrica e para o Programa Emergencial de Reconstrução, a taxa de juro será de 5,5% ao ano em todo ano de 2013.
Atualmente, a linha de crédito do PSI destinada a bens de capital, o que inclui também máquinas e equipamentos agrícolas, ônibus, bens de informática e automação, e capital de giro, opera com taxa de juros de 2,5% ao ano. Deste modo, haverá crescimento no próximo ano. 
"No caso dos bens de capital [máquinas e equipamentos para produção], as taxas estavam em 5,5% ao ano até setembro. No início de setembro, foram reduzidas para 2,5% ao ano em função do enfraquecimento do crescimento. A taxa média deste ano será muito mais alta da taxa de 2013, que vai estar em torno de 3,25% ao ano. Haverá uma significativa redução da taxa média de 2012 para 2013", declarou o presidente do BNDES, Luciano Coutinho. Segundo ele, os bancos não queriam emprestar para pequenas empresas por conta do "spread" (que embute a margem de lucro) baixa. 
O BNDES informou ainda que o prazo de financiamento de bens de capital e rural será de 120 meses, com carência de três a 36 meses. No caso da linha de crédito de peças e componentes, o prazo de pagamento será de 36 meses, com carência a critério do BNDES. Para o financiamento de ônibus e caminhões, o prazo, em 2013, será de até 120 meses, com três a seis meses de carência.

FONTE: http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/12/governo-prorroga-psi-e-anuncia-r-100-bi-em-financiamento-para-2013.html
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Governo prorroga PSI e anuncia R$ 100 bi em financiamentos para 2013


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta quarta-feira (5) a prorrogação do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), implementado por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), até o fim de 2013.
Segundo ele, o banco público terá R$ 85 bilhões para emprestar no próximo ano por meio deste programa, e outros R$ 15 bilhões serão repassados a bancos privados e públicos. "Vamos liberar compulsório [recursos retidos no BC] não remunerados", explicou Mantega.
Além disso, o ministro também anunciou que a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), que serve de referência para os empréstimos do BNDES, recuará de 5,5% para 5% ao ano no primeiro trimestre do ano que vem. "Isso reduz o custo de capital para quem já tomou empréstimo e também os futuros financiamentos", declarou o presidente do banco público, Luciano Coutinho.
Meta de 8% para alta dos investimentos em 2013
O ministro da Fazenda disse que o objetivo do governo é que os investimentos avancem 8% no próximo ano, como forma de que o Produto Interno Bruto (PIB) registre uma alta da ordem de 4%. 
De acordo com dados do IBGE, a formação bruta de capital fixo (taxa de investimento na produção) teve seu quinto trimestre consecutivo de queda, com baixa de 2% – a maior queda desde janeiro a março de 2009, quando ficara em -11,7%, por conta da crise financeira internacional. No ano, o investimento acumula queda de 3,9%.
"A liberação [dos financiamentos] será mais rápida. Haverá menos burocracia e estamos incluindo também a possibilidade de financiamento de 'leasing'", declarou o ministro Mantega a jornalistas. Segundo ele, o PSI financia investimentos com taxas de juros reduzidas e prazos elevados. "Queremos continuar estimulando os investimentos no Brasil", acrescentou ele.  
Taxas de juros e prazos
Segundo Mantega, a taxa de juros cobradas nas principais linhas de crédito do BNDES (bens de capital, rural, peças e componentes, ônibus e caminhões e Prócaminhoneiro) será de 3% no primeiro semestre de 2013.
No segundo semestre do próximo ano, a taxa subirá para 3,5% no caso de bens de capital, rural, peças e componentes e para 4% ao ano para ônibus e caminhões, além do Prócaminhoneiro. Para energia elétrica e para o Programa Emergencial de Reconstrução, a taxa de juro será de 5,5% ao ano em todo ano de 2013.
Atualmente, a linha de crédito do PSI destinada a bens de capital, o que inclui também máquinas e equipamentos agrícolas, ônibus, bens de informática e automação, e capital de giro, opera com taxa de juros de 2,5% ao ano. Deste modo, haverá crescimento no próximo ano. 
"No caso dos bens de capital [máquinas e equipamentos para produção], as taxas estavam em 5,5% ao ano até setembro. No início de setembro, foram reduzidas para 2,5% ao ano em função do enfraquecimento do crescimento. A taxa média deste ano será muito mais alta da taxa de 2013, que vai estar em torno de 3,25% ao ano. Haverá uma significativa redução da taxa média de 2012 para 2013", declarou o presidente do BNDES, Luciano Coutinho. Segundo ele, os bancos não queriam emprestar para pequenas empresas por conta do "spread" (que embute a margem de lucro) baixa. 
O BNDES informou ainda que o prazo de financiamento de bens de capital e rural será de 120 meses, com carência de três a 36 meses. No caso da linha de crédito de peças e componentes, o prazo de pagamento será de 36 meses, com carência a critério do BNDES. Para o financiamento de ônibus e caminhões, o prazo, em 2013, será de até 120 meses, com três a seis meses de carência.

FONTE: http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/12/governo-prorroga-psi-e-anuncia-r-100-bi-em-financiamento-para-2013.html
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Riquelme aposta em título do Corinthians no Mundial de Clube


Riquelme Troféu Mesa Redonda, da Gazeta (Foto: Daniel Romeu / Globoesporte.com)Riquelme aposta no Timão no Mundial
(Foto: Daniel Romeu / Globoesporte.com)
O Corinthians não traz boas lembranças ao argentino Juan Román Riquelme. No dia 4 de julho, o meia fez sua última partida pelo Boca Juniors na final da Libertadores, e acabou derrotado contra o clube brasileiro no Pacaembu. Cinco meses depois, no entanto, ele não guarda rancor. Antes da estreia do Timão no Mundial de Clubes, Riquelme fez elogios ao Corinthians e ainda apostou em uma vitória alvinegra em caso de final contra o Chelsea, no Japão.
Em São Paulo para a participação em um evento da TV Gazeta, o argentino assistiu às imagens da festa alvinegra no aeroporto de Guarulhos no embarque do Timão, nesta segunda. Na provável final contra o representante da Europa no Mundial, Riquelme garante confiar sempre em vitória de times sul-americanos.
- Vi pela televisão que muitas pessoas foram saudar os jogadores no embarque. Com certeza, eles estão muito focados. Eu sempre acredito que, quando joga um time brasileiro ou um time argentino contra um europeu, o sul-americano vai ganhar - declarou Riquelme.
Na final da Sul-Americana, entre São Paulo e Tigre, o argentino também confia em título do clube brasileiro. Nascido em San Fernando, cidade do adversário tricolor na decisão, Riquelme diz conhecer o dono do clube desde a infância e foi até apontado como um dos responsáveis por levar o primeiro jogo da decisão à Bombonera, em Buenos Aires. Ainda assim, ele vê o São Paulo como grande favorito a ficar com a taça.
- Tigre está feliz por chegar à final pela primeira vez, mas o São Paulo é favorito. Tem grandes figuras como Lucas, Luis Fabiano. São grandes jogadores, podem fazer a diferença - disse o jogador.

FONTE: http://globoesporte.globo.com/futebol/noticia/2012/12/riquelme-aposta-em-titulo-do-corinthians-no-mundial-de-clubes.html#equipe-sao-paulo
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Aloísio, Renan Ribeiro e Lucca encabeçam lista tricolor para 2013


Renan Ribeiro teme o gramado acanhado do Farião (Foto: Bruno Cantini  / Site Oficial do Atlético-MG)Renan Ribeiro será reforço do São Paulo em 2013
(Foto: Bruno Cantini / Site Oficial do Atlético-MG)
O São Paulo não vai anunciar chegadas ou partidas até a final da Copa Sul-Americana, dia 12 de dezembro, no Morumbi. Mas a diretoria já tem negócios adiantados para concretizar até o fim do ano. Aloísio, artilheiro do rebaixado Figueirense no Campeonato Brasileiro com 14 gols, e Renan Ribeiro, goleiro que perdeu espaço no Atlético-MG, já acertaram com o Tricolor.
Ambos são os primeiros jogadores assegurados para 2013. Aloísio já revelou seu pré-contrato e só não chegaria ao Morumbi em caso de uma proposta tentadora da Europa, que não surgiu. Seu empresário é Eduardo Uram, de ótimo trânsito com a diretoria são-paulina.
Já Renan teve sua contratação acertada antes da renovação de Rogério Ceni até o fim do ano que vem, mas o clube jura que não havia ligação entre um fato e outro. A aposta em Renan, de 22 anos, é para o futuro. A tendência é que o capitão se aposente no fim de 2013 e, a partir de então, o reforço dispute a condição de titular com Denis, que tem prestígio na comissão técnica.
Além dos dois, o atacante Lucca, do Criciúma, também deve chegar ao Morumbi. O clube conta com a ajuda do DIS, grupo de investidores que se aproximou muito durante a negociação do meia Paulo Henrique Ganso, que também tem sua carreira agenciada pelos empresários. Para completar o primeiro grupo de reforços, Negueba, do Flamengo, chegará num acerto pelo empréstimo de Cleber Santana ao Flamengo.
Esses jogadores são considerados apostas jovens, e não devem fazer parte do time titular, ao menos inicialmente. Para isso, Juvenal Juvêncio quer reforços mais experientes, sobretudo na zaga. Um lateral-esquerdo também está na mira, mas a diretoria está satisfeita com a melhora de Cortez nos últimos jogos.

FONTE: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/sao-paulo/noticia/2012/12/aloisio-renan-ribeiro-e-lucca-encabecam-lista-tricolor-para-2013.html