quinta-feira, 7 de abril de 2016

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Empresas de TV paga preparam guerra contra Netflix

O sucesso da Netflix no Brasil parece incomodar as operadoras de TV por assinatura que atuam no país. Uma reportagem do UOL informa que as empresas, que perderam quase 1 milhão de assinantes desde 2014, estudam formas de atacar a operadora virtual – que, por outro lado, não para de ganhar adeptos.
Na tentativa de frear o crescimento da rival, as empresas estariam unidas em um “megalobby” em Brasília que tem quatro objetivos, sendo o primeiro deles fazer com que a Ancine cobre da Netflix o pagamento da Condecine – uma taxa que gira em torno de R$ 3 mil por cada filme disponibilizado.
Além disso, as empresas querem que os Estados passem a cobrar ICMS das assinaturas, o que encareceria a mensalidade da Netflix; e pensam em formas de sobretaxar internautas (ou a Netflix) que usam a rede para acessar a locadora, sob a justificativa de que o streaming consome muita banda larga – essa é uma das ideias mais frágeis, porque o próprio Marco Civil da Internet pode ser usado para contrapô-la.
Mas há uma frente mais séria que é fazer o Governo obrigar a Netflix a ter pelo menos 20% de conteúdo nacional dentro do seu catálogo. Acontece que a maior fornecedora do Brasil é o Grupo Globo que, segundo o UOL, se recusa a fechar parcerias com a Netflix, assim como a Band.
A empresa teria de correr atrás de emissoras como SBT e Record, porque as produtoras menores que aceitassem se unir à Netflix poderiam ser boicotadas por canais da Globo – são mais de 35 na TV paga. O UOL destaca ainda que, caso os 20% passem de fato a valer, a quantidade de material internacional tende a diminuir.
De acordo com a reportagem, em dezembro de 2014 havia quase 20 milhões de assinantes de TV por assinatura no Brasil, mas o número caiu para quase 19 milhões em dezembro passado. Os pacotes custam entre R$ 70 e mais de R$ 300, enquanto a Netflix trabalha com dois planos, um de R$ 19,90 e outro de R$ 29,90 que conta com qualidade HD.
Fonte:  http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/empresas-de-tv-paga-preparam-guerra-contra-netflix/54623

quarta-feira, 6 de abril de 2016

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IFS: Campus de Estância abre 120 vagas até junho

As inscrições ocorrem no período de 28 de março a 08 de junho (Foto: Arquivo Infonet)
O Instituto Federal de Sergipe (IFS) - Campus Estância abriu processo seletivo para os cursos técnicos de Eletrotécnica, Edificações e Recursos Pesqueiros na modalidade subsequente (para quem já concluiu o ensino médio). As inscrições ocorrem no período de 28 de março a 08 de junho e podem ser feitas no site ou na sede do campus, localizado na Rua Café Filho, 260, bairro Cidade Nova, no horário das 08h00 às 11h00 e das 14h00 às 16h00.
A taxa de inscrição é de R$ 5 e deve ser paga por meio da Guia de Recolhimento da União (GRU), em qualquer agência do Banco do Brasil. Ao todo, serão disponibilizadas 120 vagas no turno noturno, sendo 40 para cada curso. Para se inscrever, o candidato deve apresentar o certificado de conclusão do ensino médio e o CPF.
Isenção
Para os candidatos que vão requerer a isenção da taxa de inscrição, o período da solicitação vai de 28 de março a 29 de abril. Os requisitos são: ter cursado o ensino médio completo em escola da rede pública ou como bolsista integral em escola da rede privada; e comprovar renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio. Os inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) só precisam apresentar uma declaração com o número de identificação social (NIS).
Provas
As provas serão realizadas no dia 17 de julho e terão duração de quatro horas, em local a ser informado ao candidato mediante o envio do cartão de identificação por e-mail. O candidato deve chegar ao local com uma hora de antecedência, portando carteira de identidade original ou documento original com foto, e apresentar o cartão de identificação. O resultado final sairá no dia 19 de agosto, no site do IFS.
Outros campi
Ao todo, o IFS abriu 900 vagas em cursos técnicos de nível médio subsequente para os campus Aracaju (Alimentos, Edificações, Eletrônica, Eletrotécnica, Guia de Turismo, Hospedagem, Petróleo e Gás, Química e Segurança no Trabalho); Lagarto (Edificações e Eletromecânica), Tobias Barreto (Informática) e São Cristóvão (Agropecuária, Agroindústria e Suporte e Manutenção de Computadores), além de Estância
Confira aqui o edital completo.
Datas importantes:
Solicitação de isenção: 28/03 a 29/04
Resultado da isenção: 20/05
Efetivação da inscrição dos isentos: de 23/05 a 03/06
Inscrição: 28/03 a 08/06
Fonte: IFS
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Ifs: Campus de Lagarto promove curso para estudantes

Objetivo do curso é o de melhor capacitar os alunos (Foto: Ifs Lagarto)
Finalizou na segunda-feira, dia 04, mais um curso de aprofundamento sobre Torno de Controle Numérico Computadorizado (CNC), promovido pelo curso de Eletromecânica do Instituto Federal de Sergipe (IFS/Campus Lagarto). Com o objetivo de melhor capacitar seus alunos e interessados da comunidade externa, o curso é ofertado a cada início de semestre, com carga de 25 horas, oferece certificado e aborda a programação e operação do equipamento.
De acordo com o professor Francisco Mendes, coordenador do curso de Eletromecânica, a realização do curso se faz importante para complementar e fixar os conhecimentos obtidos em sala de aula. "Trata-se de um assunto passado em sala de aula, mas que, diante da importância deste equipamento para o mercado de trabalho, sentimos a necessidade de melhor explicar sobre a programação e a operação", explica.
Estudante do 3° período do curso técnico em Eletromecânica, Alana Oliveira Almeida avalia a iniciativa como uma grande oportunidade para quem pretende trabalhar na área. "Ter este conhecimento é estar seguindo o ritmo do progresso na área de eletromecânica. O CNC vai além do processo mecânico e já entra na esfera de desenvolvimento de softwares. Como pretendo seguir carreira na área automobilística, foi um curso muito importante para a minha formação", analisa.
Fonte: IFS Lagarto
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Detran intensifica ações educativas no interior do Estado

O Departamento Estadual de Trânsito do Piauí (Detran-PI), por meio da Escola Piauiense de Trânsito (EPT), está intensificando as ações educativas no interior do estado. Durante o mês de abril, a programação da escola conta com visitas a oito municípios.
De acordo com a gerente da EPT, Zulmirene Sousa, o foco no interior se deve às estatísticas de acidentes. "Neste mês teremos ações voltadas, principalmente, aos jovens no interior do estado, já que os números de acidentes envolvendo pessoas dessa faixa etária são preocupantes. É preciso alertá-los sobre a importância de usar os itens de segurança e respeitar os limites de velocidade para evitar que esses números cresçam", explica Zulmirene.
Dados do Hospital de Urgências de Teresina (HUT) apontam que, em um mês, o hospital atende uma média de 5.700 pessoas de todo o estado. Em 2015, foram realizados 11.072 atendimentos apenas de vítimas de acidentes com moto. Até março deste ano, o setor de estatística do HUT já contabilizou 2.431 atendimentos por este mesmo motivo, seguido por mal súbito, com 2.130, e queda com 1.332 registros.
Na próxima segunda-feira (11), a EPT chega à cidade de União, a 59 quilômetros de Teresina, com blitz e palestras educativas de trânsito nas escolas e, na terça-feira (12), os educadores estarão em Miguel Alves, dando continuidade à programação.
Em abril, as equipes da EPT seguem para Lagoa Alegre, Porto, Nossa Senhora dos Remédios, Picos, Piripiri e São Francisco de Assis. Na capital, a EPT participa do projeto Cidadania Ativa, da Secretaria da Assistência Social e Cidadania (Sasc), no sábado (23), distribuindo panfletos e informações sobre serviços oferecidos pelo Detran.
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MEC fará quatro simulados nacionais do Enem

A Hora do Enem é voltada para os 2,2 milhões de estudantes (Foto: Arquivo Infonet)
O Ministério da Educação fará simulados nacionais para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) pela internet. O primeiro será no dia 30 de abril. Os simulados fazem parte da chamada Hora do Enem, lançada no dia 5 pelo governo. Trata-se de uma plataforma online de estudos e de programas de TV.
A Hora do Enem é voltada para os 2,2 milhões de estudantes no terceiro ano do ensino médio. A plataforma começou a ser acessada nesta terça-feira. Para participar, o estudante, seja de escola pública ou privada, precisa fazer um cadastro. Além dos simulados, a plataforma oferece aulas e exercícios. Cada estudante recebe um plano individual de estudos de acordo com os objetivos no exame.
"Será um simulado online do MEC, para cada um poder participar e saber o desempenho que teria no Enem, qual nota tiraria, se está bem ou não. O estudante recebe, em seguida, um plano de estudo personalizado", explica o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.
O programa é baseado no projeto Geekie Games, desenvolvido desde 2013. "Quando você se cadastra, pode escolher o seu objetivo, o curso que quer fazer. O computador calcula quanto tempo você precisa estudar. O estudante recebe o plano de estudo individualizado com quais aulas precisa assistir e exercícios que precisa fazer", acrescenta o ministro.
As aulas serão disponibilizadas online, em plataforma denominada Mecflix, "Já fizemos estudos, duas horas e meia de estudos por dia na plataforma melhora em media 30% o desempenho no Enem. Estudem, estudem. E quando estiverem cansados estudem mais um pouco, que não faltam condições", aconselhou o ministro.
Pelos menos quatro simulados nacionais serão feitos até a data do Enem. Haverá provas nos dias 30 de abril, 25 de junho, 13 de agosto e 8 e 9 de outubro. Os últimos exames serão no mesmo formato da prova e terá dois dias de duração. Não haverá simulado da redação.
Além do acesso pela internet, a Hora do Enem veiculará diariamente, às 18h, aulas nos canais públicos, comunitários e universitários na televisão em todo o país. Nos finais de semana, haverá reprise dos programas. A intenção é possibilitar o acesso daqueles estudantes que não possuem conexão com a internet.
Outra iniciativa para possibilitar o acesso será disponibilizar computadores nas universidades, institutos federais e algumas instituições privadas. Os estudantes que quiserem usar esses terminais, precisam se inscrever no site da Hora do Enem entre 11 e 15 de abril.
Segundo Mercadante, a Hora do Enem não tem custo para o ministério, pois é uma parceria com o Sistema S, conjunto de organizações de entidades corporativas voltadas para o treinamento profissional. Fazem parte o Senai, o Sesc, o Sesi e o Senac.
Enem Online
Segundo o Mercadante, a Hora do Enem servirá como teste para tornar o Enem online. A proposta foi apresentada pela primeira vez no ano passado pelo então ministro da Educação, Cid Gomes. Aplicar a prova pelo computador serviria para economizar e possibilitaria que o exame fosse feito mais de uma vez por ano.
A nota do Enem é usada na seleção para vagas em instituições públicas, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), bolsas na educação superior privada por meio do programa Universidade para Todos (ProUni) e vagas gratuitas nos cursos técnicos oferecidos pelo Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec).
O resultado do exame também é requisito para receber o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e participar do programa Ciência sem Fronteiras. Para pessoas maiores de 18 anos, o Enem pode ser usado como certificação do ensino médio.
Fonte: Agência Brasil 
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Ipesaude: deputados retiram quorum para votar projeto

Venâncio usa tribuna para defender projeto(Fotos: Cássia Santana/Portal Infonet)
O projeto de lei que estabelece novas regras para o Ipesaude foi retirado de pauta da sessão plenária da Assembleia Legislativa por falta de quórum mínimo para votação. A bancada de oposição se retirou do plenário, a deputada Ana Lúcia Menezes (PT) da base governista seguiu o gesto dos oponentes, mas o deputado Venâncio Fonseca (PP), ex-líder da oposição, manteve-se no plenário, abraçou o discurso governista, defendendo o projeto, e recebeu elogios do deputado Zezinho Guimarães (PMDB), um dos fiéis aliados do governador Jackson Barreto.
Durante os debates, os parlamentares se dividiram quanto à proposta do governo e o deputado Antonio dos Santos (PSC) instigou a bancada de oposição para esvaziar o plenário e, com isso, comprometer o quorum mínimo exigido pelo regimento interno para apreciação de projetos deste porte. O deputado Venâncio Fonseca foi o último a discursar para defender a proposta governista, que estabelece cobrança de contribuição dos dependentes e a inclusão de servidores comissionados no rol de beneficiários. “Não é justo descontar do salário de um servidor e ter 12 beneficiários”, justificou o parlamentar.
Servidores acompanham debates e criticam deputados que apoiam projeto
Venâncio nega que seja aliado do governador Jackson Barreto e declarou-se independente. “Não tem nada a ver uma coisa com outra [votar em favor da proposta do governo e ser aliado do governador], estou defendendo aquilo que acredito e eu deixei a liderança [de oposição] justamente porque tenho uma posição diferente”, diz. “Quando você está fora da liderança, você tem esta liberdade como eu tive no dia de hoje para chegar ao líder e dizer ‘minha posição é essa’, vou expressar aquilo que eu acho agora e defender, como defendi. Estou defendendo que o Ipes não acabe, estou defendendo que o Ipes tenha vida”, resumiu.

Além da bancada de oposição, outros deputados situacionistas também engrossaram a fileira da oposição e contribuíram para retirar o quorum mínimo exigido para votar projetos desta natureza, causando surpresa à liderança do governo. O deputado Luciano Bispo (PMDB), presidente da Assembleia Legislativa, encerrou os debates e anunciou a retirada do projeto da pauta de votação desta quarta-feira, 6, na perspectiva de colocá-lo novamente na próxima semana. O deputado Francisco Gualberto (PT), líder do Governo, lamentou o esvaziamento e informou que conversará com os parlamentares aliados para garantir o quorum mínimo nas próximas votações.

Por Cássia Santana
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Secretaria de Educação de SP abre mais de 2 mil vagas para professores

Prova objetiva e discursiva serão aplicadas no dia 24 de abrilReprodução
A SME (Secretaria Municipal de Educação) de São Paulo publicou um edital ofertando 2.472 vagas para professor de ensino fundamental II e médio.
Concorrem ao cargo candidatos com licenciatura plena na área de atuação de interesse. As vagas estão dividias entre as disciplinas de arte (467), biologia (3), ciências (395), educação física (123), espanhol (3), física (2), geografia (499), história (71), inglês (453), matemática (365), português (87), química (1) e sociologia (3).
Os interessados devem se inscrever na página da organizadora, FGV (Fundação Getúlio Vargas), do dia 18 de fevereiro até as 12h do dia 16 de março. A taxa de participação custa R$ 46.
O processo de seleção contará com prova objetiva e discursiva – a serem aplicadas no dia 24 de abril para todos os candidatos. Os aprovados passarão ainda por avaliação de títulos.
Às 8h, farão a prova os candidatos inscritos para as disciplinas de arte, biologia, educação física, espanhol, física, geografia, inglês, química e sociologia. Já às 15h fazem o teste aqueles inscritos para ciências, história, português e matemática. Os locais serão divulgados posteriormente no site da organizadora e no Diário Oficial da cidade de São Paulo.
A prova objetiva terá 60 questões de múltipla escolha, sendo 30 de conhecimentos pedagógicos e 30 de conhecimentos específicos. O teste discursivo apresentará duas questões discursivas sobre o módulo de conhecimentos pedagógicos, com número máximo de 30 linhas.
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Professores e estudantes protestam contra merenda escolar nesta quarta

Professores e estudantes protestam contra o desvio de verbas da merenda escolar e o fechamento de sala de aulas nesta quarta-feira (23) em São Paulo. De acordo com a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), o protesto teve início na Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo), na região do Ibirapuera, na zona sul da capital paulista, por volta das 12h40, com o objetivo de caminhar até a avenida Paulista, no centro.
Por volta das 15h20 de hoje, a manifestação seguia pela avenida Brigadeiro Luís Antônio, na altura da rua Estados Unidos, nos Jardins. Ainda segundo o órgão, duas faixas da via estão bloqueadas.
O objetivo do protesto é contra o fechamento de classes e turnos na rede estadual de ensino, exigir merenda de qualidade, a instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para a apuração de desvios dos recursos da merenda escolar, além da valorização dos profissionais da educação, o PNE (Plano Estadual de Educação) e outras questões relativas à educação pública no Estado.
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Uniformes são distribuídos 'independentemente da cor', diz secretaria

O chefe de gabinete da Secretaria Municipal de Educação, Marcos Rogério de Souza, negou que as 156,5 toneladas de uniformes escolares herdadas da gestão do ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD) não estejam sendo usadas porque houve mudança de cor dos kits durante o governo Fernando Haddad (PT). As peças de roupa, segundo ele, "são inservíveis". Em entrevista à Rádio Estadão, Souza informou que "os (uniformes) que estão adequados, independentemente da cor, estão sendo distribuídos".
Em dezembro 2014, a pasta assinou um contrato com a Integra ao custo de R$ 7,5 milhões por um período de um ano para armazenar uniformes, materiais escolares e 10 mil móveis. No final de 2015, o acordo e o valor foram renovados por mais 12 meses. Neste ano, o acordo foi renovado pelo mesmo valor e a Prefeitura também vai pagar R$ 7,5 milhões ao longo de 2016: assim, o gasto total será de R$ 15 milhões. A Integra faz o gerenciamento total de logística: armazenagem, manuseio, embalagem e transporte.
O chefe de gabinete afirmou ainda que nos anos 2014, 2015 e 2016 10 mil kits de roupa que estavam no galpão foram entregues aos alunos. "É um armazém grande, que tem altíssima rotatividade. Os materiais não chegam lá e ficam parados", disse Souza. "Aquilo que foi possível ser utilizado como uniforme, foi."
Agora, uma parceria entre a pasta e a Secretaria Municipal de Assistência Social dará destinação aos uniformes. As roupas serão distribuídas para a população de risco. Souza disse as conversas foram iniciadas em outubro do ano passado, já que, segundo ele, caso fossem leiloadas, o interesse de compradores seria baixo. "Durante dois anos nós estudamos a possibilidade de fazer leilões, mas o interesse por comprar itens inadequados para alunos da rede pública é muito baixo. Temos certeza disso com base em análises de técnicos."
Não estoca
Na manhã desta quarta-feira (6), a Prefeitura de São Paulo encaminhou uma nota sobre o tema. A administração já havia sido procurada antes da publicação da reportagem. O governo Haddad negou haver "estoque de três anos de uniformes escolares que podem ser distribuídos para a rede escolar".
De acordo com a Prefeitura, a Secretaria Municipal de Educação realizou em 2014 um pregão eletrônico que teve a participação de 18 empresas. A ganhadora foi a Integra e, de acordo com a administração municipal, a economia em relação a outros contratos é de R$ 4,5 milhões.
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As mudanças no Fies

O dinheiro acabou (na verdade, não sabemos se um dia existiu) e o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil), mais uma vez, sofre grandes alterações.
Fies é a sigla que denomina política pública educacional, gerida pelo MEC (Ministério da Educação), para concessão de financiamentos a estudantes de cursos superiores pagos, em instituições privadas.
Não é um programa de bolsas de estudo. Por meio dele, são custeadas as mensalidades escolares: o Governo Federal faz o pagamento do valor devido diretamente à instituição de ensino. Mas o aluno tem de devolver, ao Governo, o crédito recebido, acrescido de juros, hoje de 6,5% ao ano. É a "amortização".
Desde o início, o aluno faz pequenos pagamentos periódicos. O restante ("saldo devedor") só começa a ser pago 18 meses depois da conclusão do curso (o termo para isso é "carência"). E é feito de modo parcelado em período equivalente a até 3 vezes o prazo de permanência na condição de financiado.
É muito convidativo. As condições, para o aluno, são fantásticas, sem comparação. Quanto à instituição de ensino, recebe o dinheiro público, livrando-se da inadimplência. Tudo de bom.
Até 2014, vivemos a "farra" do Fies. Alunos com renda familiar "per capita" em torno a 15 mil reais podiam abocanhar o crédito. Ouvíamos falar de faculdades particulares em que mais da metade dos alunos financiavam as mensalidades: instituições lucrativas mantidas com dinheiro público.
Com as recentes mudanças na legislação do Programa, foram estabelecidas regras mais rígidas para novos financiamentos.
De um lado, cursos são priorizados. Aqueles com notas "4" e "5" (as mais altas), na avaliação realizada pelo Governo. Aqueles das áreas de licenciatura, saúde e engenharia. Finalmente, os oferecidos em regiões com maior demanda por educação superior e financiamento estudantil e menor índice de desenvolvimento humano. Corretíssimas, sem dúvida, as adequações realizadas.
De outro, reduziu bastante o teto da renda familiar "per capita", para obter o financiamento. Não pode superar 2,5 salários mínimos. O destinatário, agora, é o aluno pobre. Não se distingue muito do beneficiário de bolsa de estudos pelo Prouni (Programa Universidade para Todos). Aliás, é possível que o aluno consiga bolsa parcial Prouni (não paga metade da mensalidade), mas não tenha direito ao financiamento! Ficou confuso.
E para a contratação do Fies, o interessado tem de passar por um processo seletivo, conduzido pelo MEC, com base nas notas no Enem. Muito similar ao que acontece na seleção do Prouni. Antes, o aluno matriculado numa faculdade podia, em qualquer época do ano, se inscrever e, atendidos os requisitos, contratar o financiamento. Daqui para frente, o interessado concorre a uma vaga "reservada" ao programa e, classificado na seleção do MEC, passa a ter o direito à matrícula na instituição de ensino, com financiamento das mensalidades.
O Fies não é mais um programa de financiamento, apenas, como sempre foi. É um programa de seleção de candidatos a vagas específicas de cursos superiores, com mensalidades financiadas.
Tudo isso para novos financiamentos. É de se esperar que, para alunos já beneficiados, em anos anteriores, o MEC respeite as regras então estabelecidas. Faça valer o direito adquirido do estudante, que não pode ser atingido por normas posteriores.
O caixa não amanheceu vazio. Dava para perceber que, do jeito que estava, a coisa ia desandar. Faltou planejamento. Não vale pôr a culpa na falta de "orçamento". O Governo precisa assumir a responsabilidade pelas consequências da própria incompetência. Sem sacanear quem contou com a ajuda, quem confiou que as regras seriam cumpridas. Sem prejudicar a parte mais fraca, o estudante.

Fonte: G1
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Brigada da Educação mobiliza mais escolas contra o Aedes

A meta é realizar atividades em todas as unidades de educação (Foto: SEED)
A Escola Estadual Coelho Neto, no bairro Santa Maria, em Aracaju (SE), é mais uma unidade da rede estadual de ensino a se mobilizar contra o mosquito Aedes aegypti.
Na segunda-feira, 4, uma vasta programação foi realizada no pátio da escola e no entorno dela, a exemplo da vistoria das instalações para evitar possíveis criadouros e apresentações teatrais.
Conforme a coordenação da Brigada da Educação, desde que foram lançadas as ações pelo Governo do Estado (19 de fevereiro) até o momento foram registradas 34 escolas da rede estadual que já realizaram atividades de combate ao mosquito transmissor da dengue, febre chicungunha e zika vírus.
“É um trabalho de conscientização da Educação por ser um grande problema de saúde pública nacional que envolve todos, na maioria dos casos provocado por falta de informação e higiene”, disse o professor e enfermeiro Jorge Costa, coordenador da Brigada, ao afirmar que a meta é mobilizar todas as 355 escolas da rede estadual de ensino.
Certificação de monitoramento
As escolas recebem a vistoria dos agentes de endemias das secretarias municipais e estaduais, acompanhados, por vezes, de técnicos da Brigada da Educação.
Elas recebem o selo amarelo, onde há possível foco; ou o selo vermelho, quando há criadouros e a presença do mosquito; ou verde, quando está totalmente livre.
Paralelamente à vistoria realizada pelos agentes, a Brigada da Educação instituiu na escola uma outra brigada formada por alunos, com o intuito de que eles monitorem as ações e prossigam com atividades permanentes de combate ao mosquito.
No dia do lançamento da Brigada da Educação de Combate ao Aedes ocorrido no dia 19 de fevereiro, no ginásio do Colégio Estadual Murilo Braga, em Itabaiana (SE), o representante do Governo Federal, ministro da Cultura Juca Ferreira, disse que a ação é uma estratégica bastante importante, porque o mosquito é considerado um vetor doméstico e está presente em casas e quintais.
“Sem a população não é possível combater. É evidente que a participação das entidades é importante, mas devemos nos empenhar. O mosquito não é mais forte que a Educação”, disse o ministro no dia do lançamento, citando o lema da Brigada de Educação.
União de todos
Além da certificação com monitoramento das instalações das escolas, são realizados ciclos de palestras, passeatas, capacitações de prevenção, concursos de paródias e peças teatrais.
A Educação, com a colaboração do Grupo Raízes, formou um grupo de teatro com estagiários do curso de Teatro da Universidade Federal de Sergipe, que vai percorrer as escolas, mobilizando os alunos contra o Aedes.
Em Estância, por exemplo, no dia 1º de abril último, as escolas estaduais Gilberto Amado e Gumercindo Bessa realizaram um grande mutirão envolvendo também o Instituto Diocesano, a Marinha do Brasil, o Conselho de Gestão Escolar do Gilberto Amado, a Associação Quilombola, o 6º Batalhão de Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros, integrantes da Cáritas, da Secretaria Municipal de Saúde e da SMTT de Estância (SE).
A comunidade respondeu ao chamamento da escola colocando o lixo à porta de casa, enquanto que o carro da Prefeitura de Estância, denominado de “Cata Bagulho”, recolheu todos os possíveis criadouros.
No dia 15 de abril será a vez de a Escola Estadual Martinho Garcez, em Frei Paulo (SE), realizar uma grande mobilização e receber a Brigada da Educação, todos contra o mosquito Aedes.
Fonte: SEED