quarta-feira, 6 de abril de 2016

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As mudanças no Fies

O dinheiro acabou (na verdade, não sabemos se um dia existiu) e o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil), mais uma vez, sofre grandes alterações.
Fies é a sigla que denomina política pública educacional, gerida pelo MEC (Ministério da Educação), para concessão de financiamentos a estudantes de cursos superiores pagos, em instituições privadas.
Não é um programa de bolsas de estudo. Por meio dele, são custeadas as mensalidades escolares: o Governo Federal faz o pagamento do valor devido diretamente à instituição de ensino. Mas o aluno tem de devolver, ao Governo, o crédito recebido, acrescido de juros, hoje de 6,5% ao ano. É a "amortização".
Desde o início, o aluno faz pequenos pagamentos periódicos. O restante ("saldo devedor") só começa a ser pago 18 meses depois da conclusão do curso (o termo para isso é "carência"). E é feito de modo parcelado em período equivalente a até 3 vezes o prazo de permanência na condição de financiado.
É muito convidativo. As condições, para o aluno, são fantásticas, sem comparação. Quanto à instituição de ensino, recebe o dinheiro público, livrando-se da inadimplência. Tudo de bom.
Até 2014, vivemos a "farra" do Fies. Alunos com renda familiar "per capita" em torno a 15 mil reais podiam abocanhar o crédito. Ouvíamos falar de faculdades particulares em que mais da metade dos alunos financiavam as mensalidades: instituições lucrativas mantidas com dinheiro público.
Com as recentes mudanças na legislação do Programa, foram estabelecidas regras mais rígidas para novos financiamentos.
De um lado, cursos são priorizados. Aqueles com notas "4" e "5" (as mais altas), na avaliação realizada pelo Governo. Aqueles das áreas de licenciatura, saúde e engenharia. Finalmente, os oferecidos em regiões com maior demanda por educação superior e financiamento estudantil e menor índice de desenvolvimento humano. Corretíssimas, sem dúvida, as adequações realizadas.
De outro, reduziu bastante o teto da renda familiar "per capita", para obter o financiamento. Não pode superar 2,5 salários mínimos. O destinatário, agora, é o aluno pobre. Não se distingue muito do beneficiário de bolsa de estudos pelo Prouni (Programa Universidade para Todos). Aliás, é possível que o aluno consiga bolsa parcial Prouni (não paga metade da mensalidade), mas não tenha direito ao financiamento! Ficou confuso.
E para a contratação do Fies, o interessado tem de passar por um processo seletivo, conduzido pelo MEC, com base nas notas no Enem. Muito similar ao que acontece na seleção do Prouni. Antes, o aluno matriculado numa faculdade podia, em qualquer época do ano, se inscrever e, atendidos os requisitos, contratar o financiamento. Daqui para frente, o interessado concorre a uma vaga "reservada" ao programa e, classificado na seleção do MEC, passa a ter o direito à matrícula na instituição de ensino, com financiamento das mensalidades.
O Fies não é mais um programa de financiamento, apenas, como sempre foi. É um programa de seleção de candidatos a vagas específicas de cursos superiores, com mensalidades financiadas.
Tudo isso para novos financiamentos. É de se esperar que, para alunos já beneficiados, em anos anteriores, o MEC respeite as regras então estabelecidas. Faça valer o direito adquirido do estudante, que não pode ser atingido por normas posteriores.
O caixa não amanheceu vazio. Dava para perceber que, do jeito que estava, a coisa ia desandar. Faltou planejamento. Não vale pôr a culpa na falta de "orçamento". O Governo precisa assumir a responsabilidade pelas consequências da própria incompetência. Sem sacanear quem contou com a ajuda, quem confiou que as regras seriam cumpridas. Sem prejudicar a parte mais fraca, o estudante.

Fonte: G1
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Brigada da Educação mobiliza mais escolas contra o Aedes

A meta é realizar atividades em todas as unidades de educação (Foto: SEED)
A Escola Estadual Coelho Neto, no bairro Santa Maria, em Aracaju (SE), é mais uma unidade da rede estadual de ensino a se mobilizar contra o mosquito Aedes aegypti.
Na segunda-feira, 4, uma vasta programação foi realizada no pátio da escola e no entorno dela, a exemplo da vistoria das instalações para evitar possíveis criadouros e apresentações teatrais.
Conforme a coordenação da Brigada da Educação, desde que foram lançadas as ações pelo Governo do Estado (19 de fevereiro) até o momento foram registradas 34 escolas da rede estadual que já realizaram atividades de combate ao mosquito transmissor da dengue, febre chicungunha e zika vírus.
“É um trabalho de conscientização da Educação por ser um grande problema de saúde pública nacional que envolve todos, na maioria dos casos provocado por falta de informação e higiene”, disse o professor e enfermeiro Jorge Costa, coordenador da Brigada, ao afirmar que a meta é mobilizar todas as 355 escolas da rede estadual de ensino.
Certificação de monitoramento
As escolas recebem a vistoria dos agentes de endemias das secretarias municipais e estaduais, acompanhados, por vezes, de técnicos da Brigada da Educação.
Elas recebem o selo amarelo, onde há possível foco; ou o selo vermelho, quando há criadouros e a presença do mosquito; ou verde, quando está totalmente livre.
Paralelamente à vistoria realizada pelos agentes, a Brigada da Educação instituiu na escola uma outra brigada formada por alunos, com o intuito de que eles monitorem as ações e prossigam com atividades permanentes de combate ao mosquito.
No dia do lançamento da Brigada da Educação de Combate ao Aedes ocorrido no dia 19 de fevereiro, no ginásio do Colégio Estadual Murilo Braga, em Itabaiana (SE), o representante do Governo Federal, ministro da Cultura Juca Ferreira, disse que a ação é uma estratégica bastante importante, porque o mosquito é considerado um vetor doméstico e está presente em casas e quintais.
“Sem a população não é possível combater. É evidente que a participação das entidades é importante, mas devemos nos empenhar. O mosquito não é mais forte que a Educação”, disse o ministro no dia do lançamento, citando o lema da Brigada de Educação.
União de todos
Além da certificação com monitoramento das instalações das escolas, são realizados ciclos de palestras, passeatas, capacitações de prevenção, concursos de paródias e peças teatrais.
A Educação, com a colaboração do Grupo Raízes, formou um grupo de teatro com estagiários do curso de Teatro da Universidade Federal de Sergipe, que vai percorrer as escolas, mobilizando os alunos contra o Aedes.
Em Estância, por exemplo, no dia 1º de abril último, as escolas estaduais Gilberto Amado e Gumercindo Bessa realizaram um grande mutirão envolvendo também o Instituto Diocesano, a Marinha do Brasil, o Conselho de Gestão Escolar do Gilberto Amado, a Associação Quilombola, o 6º Batalhão de Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros, integrantes da Cáritas, da Secretaria Municipal de Saúde e da SMTT de Estância (SE).
A comunidade respondeu ao chamamento da escola colocando o lixo à porta de casa, enquanto que o carro da Prefeitura de Estância, denominado de “Cata Bagulho”, recolheu todos os possíveis criadouros.
No dia 15 de abril será a vez de a Escola Estadual Martinho Garcez, em Frei Paulo (SE), realizar uma grande mobilização e receber a Brigada da Educação, todos contra o mosquito Aedes.
Fonte: SEED

terça-feira, 17 de novembro de 2015

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Stone Sour divulga cover de Bad Brains

O Record Store Day desse ano aconteceu no dia 18 de abril, e uma das bandas a soltar um lançamento especial para a ocasião foi o Stone Sour, que participou com um EP de covers chamado “Meanwhile in Burbank...”. 

O trabalho trazia versões de Metallica, Alice in Chains, Judas Priest, Kiss e Black Sabbath, e algumas semanas depois a banda anunciou que lançaria nos próximos meses outros dois trabalhos neste mesmo formato.

O segundo foi intitulado “Straight Outta Burbank” e também chegará primeiro através do Record Store Day: o lançamento acontecerá no especial de Black Friday marcado para o próximo dia 27. 

Apenas cinco mil cópias de “Straight Outta Burbank” serão disponibilizadas, e o trabalho traz covers de Bad Brains, Slayer, Mötley Crüe, Iron Maiden e Rolling Stones - sendo que esse último, de “Gimme Shelter”, tem Lzzy Hale, vocalista do Halestorm, como convidada especial.

E o Stone Sour resolveu liberar uma amostra do material: confira abaixo a versão feita para “Sailin' On”, lançada originalmente no álbum de estreia autointitulado do Bad Brains, de 1982. 

FONTE: TERRITORIO DA MÚSICA

segunda-feira, 12 de maio de 2014

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Arctic Monkeys faz cover de Tame Impala, confira

Essa semana surgiram boatos de que o Arctic Monkeys vai voltar para o Brasil no segundo semestre, no que pode ser o primeiro show próprio da banda no país, fora de festivais.

Enquanto informações oficiais não confirmam nem desmentem esses boatos, Alex Turner e sua trupe continuam com a turnê de “AM” na Austrália. Aproveitando a passagem pelo país, o grupo participou de um programa na rádio Triple J fazendo uma versão acústica de “Feels Like We Only Go Backwards”, do Tame Impala, transformando a psicodelia original da canção em voz e violão.

Dois meses atrás, os Monkeys estavam do outro lado do cover, sendo regravados pelo Chvrches no mesmo programa.

O Tame Impala vai abrir os shows do Arctic Monkeys em Londres no fim do mês. Confira:

" https://www.youtube.com/watch?v=4RZDFQ3oYbg "

Fonte: Informações Retiradas do Site: Territorio da Música



domingo, 9 de março de 2014

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Julian Casablancas anuncia novo álbum solo

Cinco anos após o lançamento do primeiro disco, "Phrazes for the Young", o cantor Julian Casablancas anuncia um novo álbum solo. A informação foi divulgada pelo próprio vocalista do Strokes em perfis de redes sociais na internet.

Apesar do anuncio do disco, não foram divulgadas informações sobre a data de lançamento ou o repertório. No YouTube foi publicado um vídeo com a prévia do disco, gravado junto com a banda The Voidz, onde é possível ouvir um pouco do material produzido nessa parceria. Confira abaixo.

Casablancas volta ao Brasil no início do próximo mês. O vocalista é uma das atrações do festival Lollapalooza, no dia 05 de abril.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

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Guitarra de Bob Dylan é vendida por quase um milhão de dólares

Uma guitarra que pertenceu ao lendário músico Bob Dylan foi vendida por 965 mil dólares nessa última sexta-feira, 06, estabelecendo um novo recorde mundial para qualquer guitarra, de acordo com um comunicado da casa de leilões Christie's.

A famosa guitarra é a Fender Stratocaster Sunburst 1964 responsável pela eletrificação da música de Bob Dylan. Ela foi comprada por um licitante não identificado. Dentre as histórias do instrumento, uma das mais memoráveis foi a do show no Newport Folk Festival em 1965, quando o músico foi vaiado e quase interrompeu a apresentação.

"Uma tremenda quantidade de interesse internacional foi gerado no momento do anúncio do venda e o resultado de hoje justifica o status mítico desta guitarra na história da música", disse Tom Lecky, especialista da Christie's e leiloeiro da venda.

Anteriormente, a Fender “Blackie" de Eric Clapton detinha o recorde de uma guitarra vendida em um leilão, com o valor de US$ 959.500 em 2004.

Mais informações: Território da Música

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

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Estreia o documentário "Lira Paulistana", sobre a vanguarda paulista

Nesse mês de novembro, estreou em algumas cidades brasileiras o documentário "Lira Paulistana", focado na história da casa de mesmo nome, que entre os anos de 1979 e 1986 foi um espaço-porão que abrigou a vanguarda paulista com alguns artistas como Itamar Assumpção, Grupo Rumo, Premeditando o Breque, Titãs, Cólera e Inocentes. 

De acordo com o diretor Riba de Castro, o filme foi feito da mesma maneira como as produções eram feitas no Lira: "Na raça, com orçamento pequeno e sem qualquer recurso de leis de incentivo".

Riba entrevistou cerca de 60 pessoas, que renderam o longa de 93 minutos. Além de músicos Arrigo, Paulo Barnabé, Luiz Tatit, Nelson Ayres, Ná Ozzetti, Clemente, Cida Moreira, Wandi Doratiotto, etc., há depoimentos de gente de TV - como Fernando Meirelles e Marcelos Tas -, de humor - Chico Caruso - e de teatro - Elias Andreato.

Além das grandes telonas de alguns cinemas nacionais, o documentário também pode ser adquirido em DVD ou ser alugado online. Mais informações no sitewww.vanguardapaulista.com.br.